COMPATIBILIDADE DE PROJETO - CHUVEIROS AUTOMÁTICOS.

Compatibilizar projetos sempre foi um desafio na gestão de projetos, essas falhas quando não observadas ainda nas etapas de elaboração, podem resultar em custos elevados e retrabalhos. Para os projetistas iniciantes na área de projetos de incêndio, voltado aos sistemas de chuveiros automáticos, muito comum a visão voltada apenas para aos critérios da NBR 10987/2014, deixando outros pontos relevantes não analisados.

Nesse artigo, vamos apresentar um exemplo prático de como deve ser feito a compatibilidade das instalações de incêndio, chuveiros automáticos, com os demais projetos complementares, como no projeto de paginação do forro.

Entender o funcionamento dos bicos e de fundamental importância, para facilitar o compreendimento correto de como os bicos operam em uma situação real.

O primeiro passo para não cometer erros e entender qual a área de operação de um bico. Na figura 1, podemos observa a ilustração de um bico pendente spray, com cobertura padrão, observa se que o jato de água que sai do bico, forma uma espécie de “guarda-chuva”, onde na base da ilustração, temos uma área máxima que esse bico pode atender.


Figura 1 - Área de cobertura do bico

 

A NBR 10987/2014, na tabela 10, indica que para cada classificação de risco e método de cálculo, existe uma área de cobertura máxima que um bico pode atender.

Tabela 10 da NBR 10987/2014.


Vamos observar a área de cobertura do risco leve, aplicando o método de cálculo hidráulico, os parâmetros de dimensionamento, são; área máxima de cobertura de um bico pode ser de até 20,9 m², sendo a distância máxima entre bicos de 4,60 m e minima de 1,80 m.

Agora, vamos aplicar um exemplo prático!

DADOS DO EXEMPLO

Considere uma sala comercial, risco leve, ainda em fase de elaboração de projetos. Foram enviados os projetos complementares, onde o arquiteto responsável pelos projetos de interiores, indicou em seu projeto de paginação do forro, a instalação de forro tipo placa mineral, conforme imagem 2. 



Imagem 2 - Forro de placa.

Na imagem 3, está indicado as dimensões da sala que vamos utilizar para o exemplo. Para esse projeto, será necessário a instalação de chuveiros automático, conforme legislação vigente.

Será considerado que trata se de um projeto de risco leve, onde será dimensionado a rede chuveiros automáticos por método de calculo hidráulico.


Imagem 3 - Layout da sala.

Observa se na imagem 3, que a sala tem dimensões de 8 m de comprimento por 6,25 m de largura. Para um raciocínio logico, dividimos a sala por simetria em ambas as direções, respeitando os limites máximo da área de cobertura de cada bico e espaçamento entre eles, resulta no seguinte layout indicado imagem 4.


Imagem 4 - Bicos indicados por simetria.

Nesse cenário, cada bico está cobrindo uma área de 12,48m², ficando dentro dos critérios da tabela 10 da NBR 10987/2014.

Mas, será que esse layout dos bicos, atendem por completo as reais condições do local?  

Vamos verificar!!

Após esse lançamento prévio dos bicos, será necessário verificar os impactos que podem ser gerados sobre outros projetos, nesse caso o forro. Sobrepondo os bicos no projeto de paginação do forro, podemos verificar interferências no forro indicado.



Imagem 5 - Forro x chuveiros automáticos

Conforme observado, os bicos estão localizados fora do centro das placas, não sendo o ideal para atender questões estéticas da arquitetura do forro.

Devido a essa falta de compatibilidade estética, os bicos sofreram novos ajustes, sendo deslocados para o centro de cada placa, conforme 6.



Imagem 6 - Adequação com o forro e os chuveiros automáticos.

Após tais ajustes, foram observadas outro tipo de interferência, agora com relação aos parâmetros da NBR.

Os distanciamentos entre bicos passam ser outros, a distância entre o bico e a parede passa ser de 2,51 m, excedendo a distância máxima de 2,30 m, indicado pela NBR. Para que seja atendido, tanto a NBR e as condições do forro, serão necessários ampliar o numero de bicos, conforme imagem 7.


Imagem 7 - Ampliação do numero de chuveiros automáticos.

Conclusão

Atender apenas as distancias conforme a NBR 10987/2014, não quer disser que o projeto está 100%.

Inicialmente, atendendo apenas a NBR 10987/2014, teríamos 4 bicos, porém, após realizamos a compatibilidade do projeto com a paginação do forro do escritório, foi observado a irregularidade e ausência de compatibilidade com o forro, deixando os critérios estéticos inadequados para o tipo de uso. Assim, para atender tanto a NBR como real situação do projeto, foi necessário ampliar o número de bicos.

Análise técnica

Com esse novo layout, os bicos operam com áreas de coberturas menores, não utilizando ao máximo sua cobertura de operação, consequentemente, elevando o custo da execução. Veja que toda essa mudança, ocorreu devido a paginação do forro, buscando alinhar a estética com a segurança do local, mas, algumas alterações podem se verificadas junto ao arquiteto ou responsável pela paginação do forro.

Uma sugestão como proposta, seria a substituição do forro de placa por forro acartonado.

Nesse tipo de forro, não será necessário o posicionamento dos bicos em algum ponto centralizado ou algo do tipo, reduzindo o custo e otimizando ambos os projetos.

Bons projetos !!









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PROCESSO DE CAVITAÇÃO EM SISTEMAS DE BOMBEAMENTO - SAIBA COM VERIFICAR E SOLUCIONAR ESSE PROBLEMA !

Alguns projetistas negligenciam as verificações finais do processo de cálculo, como por exemplo, verificar ser a bomba dimensionada vai sofrer ou não com processo de cavitação e quais as possíveis soluções!

Para compreendemos esse assunto, vamos recorrer a Física, abordando os assuntos sobre transformação do estado liquido da água para vapor.

O ponto de ebulição da água, em que ela passa do estado líquido para o gasoso, ocorrer sobre a influência de fatores como temperatura e pressão.

No caso da água, seu ponto de ebulição ocorrer quando a temperatura da água atingir 100ºC, sobre pressão atmosférica considerada em 10,33 mca. Conforme a temperatura vai subindo, água começa a virar vapor, surgimento pequenas bolhas no fundo do recipiente. Em um dado momento, essas bolhas ganham pressão acima da pressão atmosférica, ganhando assim energia para subir até a superfície, dando aquele efeito de borbulhamento na água, conforme figura 1.




Assim, quando estamos com pressões muito baixas, torna se importante verificar o surgimento ou não de bolhas de vapor na rede.

Em redes hidráulicas com sistema de bombeamento, essas bolhas danificam os rotores das bombas, gerando um processo chamado de CAVITAÇÃO.




Mas, como essas bolhas podem danificar o rotor?

Já sabemos como as bolhas de vapor são geradas, agora, vamos verificar esse processo de cavitação!

Quando a pressão na entrada da bomba, sucção, está abaixo da pressão de vapor, as bolhas surgem. As pás dos rotores, recolhem essas bolhas ainda em baixa pressão e elevam para uma zona mais alta das pás, com pressões mais elevadas, nesse momento as bolhas colapsam e precipitam-se violentamente sobre o material que compõem o rotor.


Esses jacto microscópico na superfície do material são suficientemente fortes para danificar a sua estrutura e provocar erosão.

Vamos ao exemplo na pratica!

Considere um sistema de bombeamento de uma rede de abastecimento predial, em situação não-afogada. Após realizamos o dimensionamento entre o ponto (1-2), foi verificado que a pressão na entrada da bomba, ponto 2, equivalente a 0,40 mca, conforme ilustração.


Considerando uma temperatura da água de 30ºC, vamos verificar em uma tabela de valores de pressão de vapor da água, qual a pressão de vapor para essa situação.


Observa se que a pressão de vapor na temperatura de 30ºC, e de 0,43 mca. Logo, comparando com a pressão disponível no ponto 2, compreende se que ocorrera a formação de bolhas de vapor. Para que não ocorra a formação de bolhas de vapor no Ponto 2, torna se importante elevamos a pressão no ponto em questão, isto é, ajustes técnicos devem ser realizados. 

SOLUÇÃO!

Para que a pressão seja elevada no ponto 2, alguns pontos podem ser reavaliados, como;

- Melhorias das perdas de cargas no trecho de sucção,

- Reajusta o ranjo da bomba, passando ela para uma posição de afogada,

- Redimensionar o diâmetro no tubo de sucção;

Bons projetos!!

 







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ISOMÉTRICA E SUA IMPORTÂNCIA NO DIMENSIONAMENTO HIDRÁULICO !

Antes de qualquer dimensionamento hidráulico, o projetista deve verificar quais as informações a rede na qual será dimensionada, contem, como vazão, pressão, perda de carga, elevação, trechos de cálculo e outros pontos considerados. Para o dimensionamento das perdas de cargas, são necessário dados geométricos da rede, como metros lineares de tubos e quais tipos de conexões e equipamentos estão locados nessa rede, assim, surgir a necessidade de uma perspectiva isométrica adequada e clara pra desenvolver os cálculos.

Mas, o que é uma perspectiva isométrica? Existem outras perspectivas?

Para transmitir a ideia das três dimensões: comprimento, largura e altura, torna-se necessário o modo especial de representação gráfica: a perspectiva.

Existem diferentes tipos de perspectiva. Veja como fica a representação de um cubo em três tipos diferentes de perspectiva:


                                                                     CATAPAN 2016 

Perspectiva isométrica é o processo de representação tridimensional, eixos X, Y e Z. Colocando o objeto no ponto (0, 0, 0), os mesmos devem ser realizados em ângulos de 30º, construindo o desenho em perspectiva isométrica, conforme figura abaixo.



TUPY, 2006

Assim, utilizando uma boa isométrica, rica em detalhes e informações do projeto, torna se mais fácil o processo de dimensionamento da rede, reduzindo erros ou ausência de informações.

Veja exemplos de isométricas INADEQUADAS!!

 - ISOMÉTRICA COM LINHAS SOBREPOSTAS AS DEMAIS, DESORIENTADO O PROJETISTA.

- ISOMÉTRICA COM EXCESSO DE INFORMAÇÕES E DETALHAMENTO INADEQUADO.



Veja exemplos de isométricas ADEQUADAS!!

- ISOMÉTRICA COM DETALHES SUFICIENTES PARA DIMENSIONAMENTO.


- EXEMPLO DE ISOMÉTRICA INDUSTRIAL.


Bons projetos!!

BIBLIOGRAFIA
CATAPAN, Marcio Fontana. Apostila de Desenho Técnico. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2016.



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PLANILHA REGIÃO NORDESTE

Faça download de todas as planilhas da região do Nordeste do Brasil, planilhas personalizadas e automáticas conforme norma de cada estado.
Aulas de como operar a planilha, serão publicadas no canal do YouTube e indicados conforme publicação, acione o sino de notificações para ficar por dentro das videos aulas.




Observe o seu estado conforme indicado no link:
LEMBRANDO: PARA AS PERDAS DE CARGAS DOS ESGUICHOS, OS VALORES DE K DEVEM SER OBSERVADOS COM FABRICANTE DO ESGUICHO UTILIZADO OU BIBLIOGRAFIA TÉCNICA.


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QUAL A DIFERENÇA ENTRE BOMBA PRINCIPAL E REFORÇO?

Muitos profissionais têm essa dúvida quando vai dimensionar um sistema hidráulico, seja em instalações prediais ou para combate a incêndio.


Vamos resolver isso de forma prática e simples!
As bombas de reforço, tem por função principal, elevar a energia dinâmica na rede junto com a energia gravitacional.






Já o sistema de bombas principal, tem por função bombear a água para outro nível em sentido oposto a gravidade, isto é, faz muito mais esforço devido a gravidade!

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ENTENDA COMO INTERPRETAR CURVA DE BOMBAS - PASSO A PASSO

Alguns profissionais ainda possuem grandes dificuldades em indicar os parâmetros técnicos que podem ser observados na curva de bombas. Nesse artigo, vamos realizar um passo a passo de como analisar esses dados.
Antes de tudo, você precisa ter os dados de cálculo da rede, como altura manométrica, vazão, e derivados do dimensionamento da rede em questão. Como forma didática, vamos considerar dados fictícios para o exemplo a seguir.
Suponha que sua rede de instalações hidráulicas, para realização uma determinada operação de bombeamento, solicite 46 m.c.a de pressão e 30 m³/h de vazão. Em uma busca rápida no mercado de bombas hidráulicas, encontramos a fabricante KBS e seu catálogo técnico de curva de bombas.
Para a escolha inicial, nota-se o gráfico principal de bombas hidráulicas, contendo todos os modelos. É adequado ter os parâmetros hidráulicos em mãos, projete nas linhas horizontais e verticais, as pressões e vazões, conforme figura 1. Observe que a barra vertical indica a pressão e a horizontal a vazão.




Na intersecção das linhas, temos o modelo da bomba 32-160 com 3.500 rpm. Nas páginas seguintes, vamos encontrar a ficha técnica desse modelo, conforme figura 2.


Agora, trace uma linha nas três tabelas dos gráficos, ligando todas as vazões. No primeiro gráfico, indique a pressão. Assim, observa-se a intersecção da linha do diâmetro do rotor 168 mm. Agora, projetamos para o último gráfico uma linha de intersecção, utilizando a vazão e o diâmetro do rotor indicado no primeiro gráfico.



Desse modo, será possível indicar a potência de bomba em hp e indicar o NPSH requerido.
Pronto, agora temos todos os dados com relação a bomba escolhida, modelo, rotor, rotação e NPSH requerido.

Bons projetos!

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PLANILHA DE DIMENSIONAMENTO DE HIDRANTES

ATENÇÃO: Conforme indicado no vídeo, segue a planilha em Excel de dimensionamento de rede de hidrantes, adequada para dimensionar redes do Tipo 2, com vazão mínima de 150 lpm e pressão mínima de 30 mca. Lembrando, todos os parâmetros adotados para a confecção da planilha, segue as Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros de São Paulo -  IT 22/2019.



Para os outros estados que utilizam vazões e pressões diferentes, estaremos disponibilizando conforme solicitado por e-mail ou via whatsapp.
Essa versão gratuita da planilha, atende apenas as instalações que estejam na categoria tipo 2, conforme IT22/SP. Caso queira uma versão ampla para todos os tipos, estamos enviando com um custo de apenas 80 reais!!



TEMOS AULAS VIA SKYPE, AO VIVO, UTILIZANDO O SEU PROJETO COMO EXEMPLO PRATICO E APOIO PELO WHATSAPP!!
ENVIAMOS MATERIAL DIDÁTICO !

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CURSO DE DIMENSIONAMENTO DE HIDRANTES EM TURMA - SANTA CATARINA




Nesse curso, vamos abordar pontos relevantes para o desenvolvimento completo de projetos técnicos em rede de hidrantes, como:

- Análise da IN 007
- Lançamento dos pontos de hidrantes, com base na norma, layout da edificação, classe de risco e outros aspectos.
- Compatibilidade de projetos com outras instalações.
- Reservatórios e seus critérios de escolha, seja para o tipo de material ou melhor localidade.
- Hidráulica básica, voltada para instalações de rede de hidrantes, como: vazão, pressão, perda de carga, elevação, ponto de equilíbrio hidráulico, avaliação dos trechos de cálculo, área de cálculo e velocidade.
- Isométrica e seus princípios de cálculo.
- Dimensionamento e avaliação de memórias de cálculo.
- Dimensionamento de sistemas de bombas (curvas de bombas).
- Aplicação de exemplo completo de dimensionamento de uma rede de hidrantes.

Objetivo final:
Dar ao aluno, conhecimento suficiente para elaborar, desenvolver e avaliar projetos técnicos de instalações de incêndio. Em acordo com as instruções técnica do Estado de Santa Catarina.

Avaliação final:
No final do curso, o aluno será submetido a prova/exercício, como avaliação. Após envio da prova pelo aluno, será encaminhado o seu certificado.


Material didático:
Todo material de apoio das aulas, será enviado via e-mail em formato PDF.

Pré-requisito:
Acesso à internet banda larga; conhecimento básico em AutoCad.

Pagamento:
Solicite o boleto do curso pelo Whatsapp (11)96510-6400/96166-6227 

e-mail: fire.projetosincendio@gmail.com

SOMENTE APÓS A CONFIRMAÇÃO DO PAGAMENTO, ENVIAREMOS O MATERIAL!

INSCRIÇÃO

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Previsão de data:
DIA 11 E 12 DE SETEMBRO 
HORÁRIO: dia 11 das 18h às 22h dia 12 das 08hs às 12hs
*Data e horário, podem ser alterados com aviso prévio.
* 4 horas teóricas e 4 horas práticas. 
* AS 4H EXTRA, SERÁ DIRECIONADO PARA ORIENTAÇÕES TÉCNICAS APÓS O TÉRMINO DO CURSO.  

ATENÇÃO, AULA VIA WEB AO VIVO, PELA PLATAFORMA GOOGLE HANGOUT OU MEET. O CURSO SÓ SERÁ REALIZADO, COM NO MÍNIMO DE 5 ALUNOS SIMULTÂNEAMENTE, OU SEJA, AULAS COM APENAS 1 ALUNO, VALORES DIFERENTES!



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PLANILHA DE DIMENSIONAMENTO DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

Ferramentas de apoio sempre são bem-vindas, seja para agilizar o trabalho no dia-a-dia ou para ampliar a qualidade dos projetos desenvolvidos. Quando falamos de dimensionamentos, logo entende-se a necessidade de calcular e revisar os cálculos e ajustar ate o ponto ideal, com isso a necessidade de ferramentas que possam realizar essas tarefas de modo rápido e controlado.
Nesse artigo, estamos apresentado uma planilha de calculo para redes de chuveiros automáticos ou sprinklers.


Instalação de chuveiros automáticos

Dimensionar essas instalações, requer vários processos de iteração para o equilíbrio hidráulico da rede, como também, vários processos de cálculos de perda de carga por trechos, gerando uma somatória de cálculos iguais. Assim, essa planilha tem como função, auxiliar o profissional projetista a ganhar mais agilidade nesses cálculos repetidos.
Atenção, para os inciantes na área de chuveiros automáticos, recomenda-se leitura e estudos sobre essa área, aqui fica nossa indicação de estudo e fonte técnica Instituto Sprinkler Brasil, uma organização de alto padrão e qualidade técnica, bem como, leitura da NBR10897/2014, IT 23, IT24 e NFPA13.

Link para a pagina do Instituto Sprinkler Brasil - Acesse o site e veja os matérias disponíveis, reportagens, artigos e noticias relacionados a sistemas de chuveiros automáticos.
https://sprinklerbrasil.org.br/

Lembrando, para os iniciantes na área de chuveiros automático, dados de projetos, aspectos e outros critérios técnicos devem ser observados na NBR 10897/2014, IT23 e NFPA13. 

LINK DA PLANILHA  - CORRIGIDA 

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TURMA DE AGOSTO PARA O CURSO DE DIMENSIONAMENTO DE HIDRANTES - RONDÔNIA





Nesse curso, vamos abordar pontos relevantes para o desenvolvimento completo de projetos técnicos em rede de hidrantes, como:

- Análise da Instrução Técnica 22/2017 e seus parâmetros de projeto.
-Lançamento dos pontos de hidrantes, com base na norma, layout da edificação, classe de risco e outros aspectos.
- Compatibilidade de projetos com outras instalações.
- Reservatórios e seus critérios de escolha, seja para o tipo de material ou melhor localidade.
- Hidráulica básica, voltada para instalações de rede de hidrantes, como: vazão, pressão, perda de carga, elevação, ponto de equilíbrio hidráulico, avaliação dos trechos de cálculo, área de cálculo e velocidade.
- Isométrica e seus princípios de cálculo.
- Dimensionamento e avaliação de memórias de cálculo.
- Dimensionamento de sistemas de bombas (curvas de bombas).
- Aplicação de exemplo completo de dimensionamento de uma rede de hidrantes.

Objetivo final:
Dar ao aluno, conhecimento suficiente para elaborar, desenvolver e avaliar projetos técnicos de instalações de incêndio. Em acordo com as instruções técnica do Estado de Rondônia.

Avaliação final:
No final do curso, o aluno será submetido a prova/exercício, como avaliação. Após envio da prova pelo aluno, será encaminhado o seu certificado.


Material didático:
Todo material de apoio das aulas, será enviado via e-mail em formato PDF.

Pré-requisito:
Acesso à internet banda larga; conhecimento básico em AutoCad.

Pagamento:
Solicite o boleto do curso pelo Whatsapp (11)96510-6400/96166-6227 ou contato em Rondônia (69)8462-2526 - Alessandro.
e-mail: fire.projetosincendio@gmail.com

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DIA 18 E 19 DE SETEMBRO
HORÁRIO: dia 18 das 18h às 22h dia 19 das 08hs às 12hs
*Data e horário, podem ser alterados com aviso prévio.
* 4 horas teóricas e 4 horas práticas. 
* AS 4H EXTRA, SERÁ DIRECIONADO PARA ORIENTAÇÕES TÉCNICAS APÓS O TÉRMINO DO CURSO.  

ATENÇÃO, AULA VIA WEB AO VIVO, PELA PLATAFORMA GOOGLE HANGOUT OU MEET. O CURSO SÓ SERÁ REALIZADO, COM NO MÍNIMO DE 5 ALUNOS SIMULTÂNEAMENTE, OU SEJA, AULAS COM APENAS 1 ALUNO, VALORES DIFERENTES!




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COMO ESCOLHER OS HIDRANTES MAIS DESFAVORÁVEIS?

COMO ESCOLHER OS HIDRANTES MAIS DESFAVORÁVEIS?

Esta é uma dúvida muito comum na hora de decidir quais hidrantes são os mais desfavoráveis da rede e classificar os trechos de cálculo da. 
Antes de tudo, precisamos observa a formula de Hazen-Williams!



Veja que a fórmula indica uma relação entre perda de carga a cada metro (J), multiplicado por comprimento total do trecho calculado. Para calcular a perda de carga por metros, devemos indicar um valor de vazão (Q), rugosidade do material utilizado (C) e diâmetro da tubulação (D). Qualquer um desses valores quando alterados, resulta em modificações na perda de carga, porém, em instalações de incêndio, no caso redes de hidrantes, os valores dos diâmetros e rugosidade são fixas, mas, as vazões sofrem alterações devidos a questões de equilíbrio hidráulico, chegando a um ponto que apenas as vazões são alteradas, vale ressaltar que isso não e uma regra.
Com isso, concluímos que, quanto maior a vazão deslocada em um trecho longo, maior a perda de carga total desse trecho, assim, para os hidrantes mais desfavoráveis, seria aquele que requer maior vazão, maior distancia e maior elevação.
Para uma melhor explicação e clareza desse assunto, veja nosso vídeo no YouTube, onde realizamos um exemplo pratico.

Link para o nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCsSwkB664d2pk010rkiG0FQ

Bons projetos!
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